Prata Coloidal – O Elemento Prata
O elemento Prata (Ag) sempre teve reconhecimento como metal de valor significativo. De fato, antes do início dos anos 60, prata era utilizada para confecção de quartos de dólares e as moedas de 10 centavos (os dimes) americanos por manter seu valor pelo peso. A prata também é utilizada em vários processos industriais como produção de imagens e fotografia, em eletrônica, purificação d’água, assim como usos variados como catalisador.
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É um metal altamente condutor que não sofre corrosão então funciona efetivamente em vários procedimentos químicos. Mas muitas pessoas não tem consciência dos benefícios para saúde promovidos pela prata.
Cedo na civilização humana descobriu-se que a prata auxiliava manter coisas como água, leite e vinagre conservados e puros por longos períodos de tempo. Como não havia refrigeração naquela época, frascos de prata eram frequentemente utilizados para conservar diversos alimentos e bebidas durante viagens. Uma das razões primeiras que a prata era utilizada em talheres era devido o fato que a prata prevenia o crescimento de patógenos causadores de doenças. Os usos da prata como medicina, conservante, germicida, anti bactéria, pode ser encontrado na época dos impérios Grego e Romano.
A Medicina Ocidental descobre a Prata
Não foi até o final dos anos 1800’s que a ciência ocidental começou a redescobrir as verdades históricas sobre a prata. Um dos primeiros usos documentados era da prata como bactericida em 1884 pelo obstetra alemão Carl Crede. Ele com muita eficácia administrava nitrato de prata a 1% para uso na profilaxia da oftalmia gonocócica nos olhos de infantes recém nascidos. Antes da introdução de antibióticos, prata era utilizada em hospitais e por médicos para combater infecções e em curativos de feridas.
Na medida que o conhecimento científico progrediu, compostos de prata e colóides foram desenvolvidos e se tornaram amplamente aplicados em tratamentos médicos para tudo que era tipo de doença infecciosa. Em fato, até 1940, haviam aproximadamente quatro dúzias de produtos compostos no mercado para tratar toda doença infecciosa conhecida, disponíveis para aplicação oral, tópica ou injetável. Eram reconhecidos como seguros quando apropriadamente preparados, mas também tremendamente efetivos.
A Medicina Ocidental Abandona a Prata
Com o advento das drogas e antibióticos sintéticos, patenteados nos anos 1930s, houve um abandono gradual da prata pela medicina convencional, pelo menos na maior parte. Como cepas resistentes de micro organismos causadores de doença ainda não tinham aparecido na época, havia um fervor novato favorecendo os novos tratamentos como superiores e tecnologicamente mais avançados. A maior parte dos usos da prata perdeu importância com a exceção dela ser utilizada como agente de purificação d’água e em curativos para feridas.
A Medicina Ocidental descobre a Prata, Novamente
Não foi até os anos 70 que a prata re-emergiu na medicina, graças a pesquisa do Dr. Carl Moyer, então Administrador do Departamento de Cirurgia da Universidade de Washington. Com o auxílio do Dr. Margraf, o bioquímico chefe do departamento, pesquisas sobre um anti-séptico viável que seria seguro para vítimas de queimaduras sobre grandes áreas corporais levou à solução de prata como melhor escolha.
O que rapidamente havia sido relegado a um remanescente da história estava sendo ressuscitado da tumba da literatura médica antiquada como uma poderosa arma contra doença.
Em anos recentes, a prata tem chamado a atenção de especialistas em medicina que reconhecem que ela é um altamente potente germicida, é antibacteriana, antifúngica, além de inteiramente não-tóxica para seres humanos quando preparada corretamente
Apesar de algumas notícias negativas na imprensa sobre argíria, uma condição que ocorre quando a pessoa ingere continuamente soluções de prata mal-formuladas, preparadas com sais de prata e, consequentemente, produz uma pigmentação azul na pele, a verdade é que soluções de prata devidamente preparadas com íons gerados eletricamente, são preventivos de doenças, altamente potentes, bem como tratamento.
Um teste de laboratório de 1988 na Faculdade de Medicina da UCLA verificou que as bactérias, vírus e organismos fúngicos são mortos dentro de minutos ao serem expostos a soluções de prata coloidal. O Dr. Robert Becker, da Universidade de Syracuse também observou que em um estudo realizado em sua faculdade, todos os organismos testados foram eliminados pela prata, inclusive os que eram resistentes aos antibióticos conhecidos.
Os tratamentos com prata adequadamente preparada não têm efeitos secundários negativos e não prejudica as boas bactérias intestinais, que seriam destruídas pelos antibióticos convencionais no tratamento de infecções bacterianas. É precisamente porque a prata não pode ser patenteada que suas virtudes tem sido quase sempre encobertas pelo sistema de saúde convencional.
Se algo não pode ser patenteado, não se pode ganhar dinheiro e é portanto uma ameaça ao monopólio farmacêutico hospitalar. Enquanto seus antibióticos tentam atacar poucos tipos específicos de bactérias, em constante mutação, se transformam em organismos resistentes a esta tipo de tratamento. Ao contrário, a prata ataca a fonte de alimento de bactérias que torna até as formas mutantes incapazes de se defenderem.
Muitos profissionais da área médica estão tomando conhecimento das qualidades incríveis da Prata Coloidal, no entanto, e os investigadores continuam a estudá-la por suas maravilhosas características antivirais, antifúngicas e antibacterianas. É extremamente eficaz e extremamente barata quando comparada com remédios convencionais. Aqui no Brasil a Aure Nanociência é pioneira na produção de prata coloidal de altíssima qualidade, e outros colóides como ouro coloidal e cobre coloidal. Você encontra esses produtos no nosso website www.ourocoloidal.soubem.com.

























